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Vai viajar?

Dicas para viagens

Confira todas as providências que deve tomar pra levar o seu pet.

Todo cuidado é pouco na hora de viajar e levar o seu bichinho de estimação junto. Por isso, conversamos com a veterinária Adriane Heiko Tomimassu, especialista em cirurgia de pequenos animais, que deu todas as dicas e orientações para fazer da viagem um momento inesquecível.

Eu tenho um filhotinho que ainda não tomou todas as vacinas. Posso levá-lo comigo para viajar?

O ideal seria você não levar o cachorro até ter terminado todo o protocolo vacinal. Se o destino for perto, o dono pode até levar o animal consigo mas não pode deixá-lo sair de casa ou entrar em contato com outros animais, em hipótese alguma. Para viagens de avião ou ônibus, não é permitido que o animal embarque sem ter a carteira de vacinação em dia. “Uma exigência das empresas é ter todas as vacinas aplicadas e no mínimo 1 mês após a última vacina, pois só assim o animal terá adquirido a imunidade necessária”, explica a médica.

Ele adora viajar com a cabeça para fora do carro, isso tem algum problema para a sua saúde?

A maioria dos cães adora viajar com a cabeça para fora do carro porque gostam da sensação do “vento no rosto”. Mas é desaconselhável devido a segurança (seu animal pode ser atingido por pedras ou objetos que podem ser jogados na estrada de maneira proposital ou não) e o vento em alta velocidade pode causar problemas no ouvido e nos olhos, além de resfriados e falta de ar pela ingestão de poeira.

Toda a vez que o meu animal viaja de carro, fica muito estressado, ofegante e até vomita. O que eu tenho que fazer para isso não acontecer?

Isso é muito comum acontecer especialmente em filhotes que não estão acostumados a andar de carro. Os animais acabam tendo enjôos devido ao movimento causado pelo carro em andamento. Toda vez que for andar de carro com o animal, deixe-o em jejum alimentar por pelo menos 3 horas. “Podemos também medicá-lo para evitar os vômitos ou sedá-lo de maneira leve, assim seu amigo ficará calmo e evita o estresse causado pela viagem. Mas nada melhor do que condicioná-lo desde filhote a andar de carro. O importante é fazer com que o pequeno perca o medo”, diz Adriane. Se seu filhote tiver pavor de carro, vá devagar: comece colocando-o no carro parado. Só fique no interior brincando com ele. Assim que perceber que ele está à vontade, pare o treinamento e faça o mesmo no dia seguinte.

Dicas para levar seu filhote para passear no carro:

– Coloque o animal em uma caixa de transporte e a prenda no cinto de segurança. Ligue o motor do carro, e faça um passeio curto. Normalmente o fato de ele estar dentro da caixa de transporte fará com que ele não fique com tanto medo.

– Coloque a caixa no chão do carro, pois isso fará com que ele não perceba exatamente o que está acontecendo, e fará com que ele reaja bem ao passeio.
– Se a caixa de transporte for muito grande para ser colocada no chão você pode fixá-la entre os bancos traseiros e dianteiros, ou ainda prendê-la com o cinto de segurança.
– Comece com passeios curtos, para que seu cão não se canse.
– Procure fazer os passeios em horários frescos, pois os cães costumam sentir bastante calor no carro. Se o seu carro tiver ar condicionado, deixe o interior do carro com uma temperatura mais fresca, pois seu cão irá se sentir muito melhor.
– Não se preocupe se seu cão começar a respirar de forma bastante ofegante e até mesmo babar um pouquinho durante o passeio de carro. É normal!
– Se você for fazer uma viagem com seu cão, tenha em mente que serão necessárias paradas para dar água e para que o cão possa fazer xixi ou cocô. O local das paradas deve ser bem escolhido. De preferência, pare apenas em postos de gasolina e/ou postos rodoviários. Evite parar no acostamento porque o movimento dos carros pode assustar seu amigo.

Eu posso deixar meu animal entrar na piscina? A água com cloro pode fazer mal para ele?

Praticamente todo cão pode gostar de se exercitar na piscina. A espécie canina aceita com facilidade as atividades aquáticas. Tanto que nadar faz parte das funções principais de várias raças, mas qualquer cão só vai gostar de natação se a prática for associada a algo prazeroso e jamais a traumas. O ideal seria o animal entrar numa piscina sem cloro, pois este pode causar irritação dos olhos, pele e ouvidos. Toda a vez que o seu animal entrar na piscina, aplique após a sua saída um ceruminolítico (gel para limpeza dos condutos auditivos), e de preferência seque sua pelagem e pele com secador, já que essa predisposição pode causar problemas como micoses.

Estou em um sítio com meu bichinho e há dois dias ele não come. Isso é normal?
Adriane Heiko Tomimassu – É muito comum os animais estranharem um ambiente novo, a causa pode ser por medo do ambiente diferente ou até mesmo devido ao estresse da viagem. Se o seu animal não está acostumado a freqüentar ambientes diferentes da casa dele, e não estiver acostumado a viagens de carro, pode ter certeza que leva ao estresse, e um dos sintomas mais comum é a falta de apetite.
Aconselho sempre a condicionar o seu animal a viagens de carro e levá-los a lugares diferentes, desde filhote, assim ele vai perceber que é uma experiência bastante prazerosa, impedindo que fique com medo.
Se isso não aconteceu, brinque com o seu animal no ambiente novo, leve-o para conhecer o local, e aos poucos ele vai ficar à vontade.
Quanto a alimentação, pode até dar alguns alimentos mais saborosos afim de fazê-lo se alimentar, como por exemplo, amolecer a ração com água morna, dar ração na boca do animal, e em último caso um franguinho cozido na água sem sal , sem óleo.

Sei que não devo levar meu cachorro para a praia, mas ele não pode nem dar uma volta na areia? Esse contato com areia e brisa do mar pode fazer mal ao meu amigo?

O certo é não levar seu cão para passear na praia. Muitas pessoas adoram levá-los para brincar e entrar no mar, outras detestam vê-los na areia. Isso leva a motivos de grandes discussões.
O problema é que os cães podem passar certas doenças para o homem, além de poder eventualmente atacar outras pessoas que estejam na praia se divertindo.
Os animais bem tratados, ou seja, livre de doenças e parasitas intestinais dificilmente transmitem doenças. Como não dá para ter o controle sanitário dos cães que freqüentam a praia, hoje em dia, por questões de saúde pública, existe uma lei que proíbe a circulação de cães nas areias.
Essa lei visa assegurar a integridade física e a saúde da população. Isso significa que, levar o cão para a praia, realmente é contra a lei e você pode ser multado. Ruas e calçadões estão liberados, desde que com coleira e guia.
Uma das doenças transmitidas através do contato com as fezes de cães e gatos infectados, e freqüentemente adquirida por pessoas na praia é a Larva Migrans Cutânea, mais conhecida como “Bicho geográfico”. É uma doença de pele transmitida por larvas de um parasita intestinal comum em cães e gatos chamado Ancylostoma caninum.
O animal infectado ao defecar na areia libera ovos desse verme que se transformam em larvas podendo penetrar na pele das pessoas causando feridas na pele e uma forte coceira. As partes do corpo mais afetadas são os pés, pernas e mãos. Estas larvas são muito resistentes às ações do meio ambiente tais como calor, frio, umidade e seca. Podem permanecer no ambiente por até um ano.
Para prevenir a possibilidade do seu animal transmitir essa doença, ele deve ser submetido a exames de fezes a cada 6 meses e vermifugado se necessário. Recolher as fezes do seu animal em praças, parques, jardins e praia, também ajuda a evitar o problema.
Pensando na saúde de nossos animais não podemos esquecer que as temperaturas elevadas são responsáveis por situações graves como desidratações e insolações. Nunca esquecer de deixá-los a sombra, e água fresca a vontade. Cuidado ao deixá-los entrar no mar, pois a água salgada pode causar vômito e diarréia. Nunca deixe um animal dentro de um carro mesmo com parte da janela aberta. Um carro deixado no sol com um animal em seu interior, pode levar a desidratação severa e morte.
Conforme as leis de proibição de animais na praia, as regras seguidas pelos fiscais, com base na lei municipal, diz que: os animais encontrados sem dono serão apreendidos. A multa para quem não retirar o cão da praia é de R$ 600 e, havendo reincidência, o bicho será apreendido. Em caso de resistência, a Polícia Militar pode ser acionada. O motivo é simples: além de poder incomodar os banhistas, os animais podem sujar a praia, contaminando a areia e a água com urina e fezes.

Ouvi dizer que antes de viajar para praia ou campo devo vacinar meu cachorro contra um determinado mosquito. Isso é verdade?

Em todo o litoral brasileiro é comum uma doença chamada Dirofilariose causada por um parasita transmitido pela picada do mosquito, e que atinge o coração do animal.
A dirofilariose é uma doença parasitária cardiopulmonar fatal para os cães e gatos, é considerada atualmente como um dos grandes problemas clínicos, que promete tornar-se mais sério com o tempo e ainda nenhuma solução realmente definitiva foi proposta. É causada pela Dirofilaria immitis, um parasita que se aloja no coração e artérias pulmonares de animais picados por mosquitos transmissores. A maioria dos cães e gatos infectados não apresenta sintomas clínicos até que a doença atinja um estágio mais avançado, facilitando assim sua transmissão para outros animais.
A dirofilariose é também considerada uma zoonose, pois há relatos de que a Dirofilaria immitis pode parasitar o homem quando picado por um mosquito transmissor. Entretanto em humanos, este parasita não completa seu ciclo, pois se aloja no pulmão e fica encapsulado. O que ocorre é que o parasita encapsulado no paciente humano costuma ser confundido com tumor, o que freqüentemente leva a cirurgias delicadas e traumáticas (toracotomias).
A melhor maneira de se evitar a dirofilariose é fazer um esquema preventivo de tratamento. Para isso, dispomos de drogas que matam as pequenas larvas que são passadas para o cão através da picada do mosquito, impedindo que a doença se desenvolva. Como a dirofilariose está presente em áreas litorâneas, animais que habitam ou freqüentam o litoral devem receber o tratamento preventivo desde filhotes.

Vou viajar com meu pet de avião. Que cuidados devo tomar? Para dentro e fora do país há alguma documentação especial?

Para viajar para o Exterior é necessário um CZI (Certificado de Zoosanitário Internacional) emitido pelo Ministério da Agricultura gratuitamente, nos aeroportos internacionais. Para obtê-lo, deve seguir os seguintes procedimentos:
– Agendar, por telefone ou pessoalmente, uma consulta com o médico veterinário do Ministério da Agricultura localizado nos Aeroportos Internacionais.
– Procurar o seu Veterinário e solicitar um “Certificado Sanitário”, ou seja, um atestado de saúde. Com as seguintes informações: raça; nome; origem do animal (informações do Pedigree se houver); estado geral; nome do proprietário (qualificação completa); carteira de vacinação atualizada, (a vacina anti-rábica é obrigatória para animais com mais de 120 dias e deve ter sido aplicada há mais de 20 dias e há menos de um ano), assinado pelo médico veterinário. (Dados obrigatórios do comprovante de vacinação: etiqueta da vacina constando o laboratório, o tipo e o número da partida.)
Importante: o certificado sanitário e válido por 3 (três) dias da data de emissão.
Com estes documentos e com o animal que será embarcado, você deve comparecer ao posto do Ministério da Agricultura que você agendou previamente, para que ele seja examinado pelo veterinário, daquele departamento, que irá emitir o CZI. Com o CZI em mãos seu animal está apto a viajar.
Importante: o CZI é válido por 8 dias de sua emissão para o embarque, perdendo a validade após este prazo.
Atenção: Normas e procedimentos necessários para emissão de documentação de embarque para pequenos animais com destino a países da Comunidade Européia exceto Reino Unido:

“Regulamento (CE) 998/2203 do Parlamento Europeu e do Conselho de 26 de maio de 2003, faz-se necessárias as seguintes exigências para o envio de animais para a Comunidade Européia:
1) Microchip padrão internacional – I.S.O. 11784 / 11785;
2) Teste sorológico para Raiva em Laboratório credenciado pela Comunidade Européia;
3) Cumprimento de quarentena residencial por período de 90 dias após realização do teste sorológico (contados a partir da data emitida no laudo), para emissão da documentação de permissão de embarque e desembarque.

Condições para realização do teste sorológico para raiva:
1) Animal deve estar vacinado, em período superior a 30 dias e inferior a 11 meses da data de vacinação;
2) Jejum alimentar de 6 a 8 horas;
3) Apresentar cópia da carteira de vacinação com dados do veterinário e das vacinas utilizadas em condições legíveis;
4) No dia agendado para a realização do teste trazer a carteira de vacinação original.

Dados necessários a serem apresentados para realização do exame:

1) Do proprietário:

•Nome completo
•Endereço no Brasil e/ou exterior – para possível reemissão de 2ª via do laudo
•Telefones para contato

2) Do animal:

•Nome
•Espécie (canino/felino)
•Raça
•Data de Nascimento
•Cor da pelagem

3) Da vacina utilizada:

•Nome
•Fabricante
•Data de aplicação no animal
•Número do lote (Ex: 003/04)
•Data de fabricação
•Data de validade

De posse do laudo e após a quarentena de 90 dias, o proprietário/responsável pelo(s) animal(s), poderá solicitar o CZI conforme acima.

OFÍCIO CIRCULAR Nº 2004/DDA Brasília, DF, 22 de dezembro de 2004.
PROCEDIMENTO PARA O ENVIO DE ANIMAIS AO REINO UNIDO
REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO
SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA
DEPARTAMENTO DE DEFESA ANIMAL
FONE: +55 (61) 218 2701 / 2726 / 2729 – FAX: +55 (61) 226 3446
OFÍCIO CIRCULAR Nº 2004/DDA Brasília, DF, 22 de dezembro de 2004.
Aos Senhores Delegados Federais de Agricultura nos Estados e no Distrito Federal
Assunto: Procedimentos para o envio de animais de companhia para o Reino Unido
Senhor Delegado,
Informamos que os procedimentos para o envio de animais de companhia para o Reino Unido não são aqueles que constam no Regulamento (CE) 998/2203 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de maio de 2003.
Conforme orientações da Embaixada do Reino Unido em Brasília, fomos informados de que os animais a serem exportados, deverão permanecer quarentenados por um período de 06 meses, em um estabelecimento quarentenário aprovado pelo DEFRA (Department of Environment Food and Rural Affairs), no Reino Unido, onde serão submetidos a exames clínicos e laboratoriais. É necessário que o interessado pela exportação faça uma reserva prévia em um desses quarentenários aprovados.
Os documentos necessários para a exportação serão emitidos pelo DEFRA, após a solicitação pelo exportador ao DEFRA, da Licença de Importação (Import Licence). O exportador receberá então um documento chamado Boarding Document (já preenchido e assinado por um Representante do DEFRA) e o Red Label (que deverá estar anexado à jaula/caixa que o animal será transportado). Sendo assim não será necessária nenhuma documentação emitida por parte do MAPA, sendo necessária apenas a fiscalização pelo VIGIAGRO da comprovação da documentação descrita acima.
As listas de estabelecimentos quarentenários aprovados pelo DEFRA encontram-se no site http://www.defra.gov.uk/animalh/quarantine/index.htm, bem como informações mais detalhadas sobre os procedimentos para exportação dos animais de companhia para o Reino Unido.
Somente alguns portos e aeroportos do Reino Unido encontram-se credenciados para receber estes animais. Os portos são: Dover Eastern Docks, Harwich, Parkeston Quay, Hull, Portsmouth e Southampton. Os aeroportos são: Birmingham, Leeds, Edinburgh, Manchester, London Gatwick,
Prestwick, Glasgow, Belfast e London Heathrow.
Atenciosamente,
JORGE CAETANO JÚNIOR
Diretor do DDA
C/c:
Secretaria de Defesa Agropecuária
Oscar de Aguiar Rosa Filho
Coordenador do VIGIAGRO
Chefes de SSA das Delegacias Federais de Agricultura nos Estados e no Distrito Federal

ATENÇÃO – Para animais com destino ao Japão.
Para animais com destino ao Japão, entrar em contato diretamente com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (responsável Dra.Regina Shizuko Uno), através dos fones: (11) 3251-5742, (11) 3251-0400, (11) 3287-8988, para maiores informações.

É importante salientar que para a obtenção das informações corretas e específicas de cada País deve-se sempre consultar a Embaixada ou Consulado do País para onde você vai levar o seu animal.

Condições de transporte: É importante salientar que a forma de transporte deve ser consultada na companhia aérea, marítima ou rodoviária escolhida, pois há variação de como transportar seu animal.

Desembarque Internacional:
O animal que irá desembarcar no Brasil deverá portar o CZI emitido por médico veterinário oficial do Ministério da Agricultura do país de origem.
Portar comprovante de vacinação anti-rábica (deve ter sido aplicada há mais de 20 dias e menos de um ano).
Estes documentos exigidos para trânsito internacional deverão ser apresentados junto com o animal aos médicos veterinários do Ministério da Agricultura na área da Alfândega para vistoria e posterior emissão de termo de liberação.
Na falta de qualquer um dos documentos exigidos para o trânsito internacional o animal será devolvido à origem sob a responsabilidade da companhia aérea transportadora.

Embarque E Desembarque Doméstico:
Para transportar seu animal de um estado ao outro é necessário o GTA – Guia de Trânsito Animal.
Este documento pode ser emitido tanto pelo Ministério da Agricultura (gratuitamente) ou por médicos veterinários particulares, credenciados pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento. *Consultar a listagem dos veterinários credenciados no Setor Ministério da Agricultura Serviço de Sanidade Animal.
Para a emissão do GTA é necessário:
-Exame do animal pelo médico veterinário credenciado que emitirá o documento;
-Apresentação do comprovante de vacinação anti-rábica (deve ter sido aplicada há mais de 20 dias e menos de um ano), assinado por médico veterinário. Dados obrigatórios do comprovante de vacinação: etiqueta da vacina constando o laboratório produtor, o tipo e o número da partida.
-Importante: Validade do GTA: 03 (três) dias para todo o território nacional.

Observação: Para animais da Fauna Brasileira deve ser seguido o mesmo procedimento porém, acrescido de um parecer (autorização) do IBAMA – http://www.ibama.gov.br . Com este documento em mãos deve-se tomar as mesmas providências para embarque de cães e gatos.
Para animais de grande porte entre em contato com o Ministério da Agricultura pois, o procedimento é mais complexo.

LOCAIS QUE SE ENCONTRAM OS DEPARTAMENTOS INDICADOS PARA OBTENÇÃO DO CERTIFICADO ZOOSANITÁRIO INTERNACIONAL E NACIONAL

São Paulo:
Ministério da Agricultura – Serviço de Sanidade Animal
Rua 13 de Maio, 1558 – 3o. andar
Tels.: (011) 251-0400 / 251-5742 Fax.: (011) 284-6944
Atendimento: das 14 às 17 horas.
Aeroporto de Guarulhos – Setor Ministério da Agricultura Serviço de Sanidade Animal
Telefax: (011) 6445-2800
Atendimento: Diariamente das 08 às 12 horas e das 14 às 18 horas. Inclusive sábados, domingos e feriados.

Campinas:
Aeroporto Internacional de Viracopos
Setor Ministério da Agricultura Serviço de Sanidade Animal
Telefax: Tel. (0XX19) 725.5402
Atendimento: das 08 às 17 horas de 2a. a 6a. feira. É importante agendar com antecedência.

Rio de Janeiro:
Vigiagro Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro
TPS 1 Setor Verde – Sala 1019 – 1o. andar
Desembarque doméstico
Tel: (021) 398-3169 / 398-3773
Fax: (021) 393-8099
Atendimento: das 08 às 17 horas de 2a. a 6a. feira.

IBAMA – Maiores informações – Departamento de Vida Selvagem- DEVIS, da Diretoria de Ecossistemas- DIREC/IBAMA, SAIN – L4 Norte – Ed. Sede do IBAMA – Cep.70.800-200 – Brasília – DF.

Agradecimento – Veterinária Adriane Heiko Tomimassu, especialista em cirurgia de pequenos animais e proprietária do Centro Veterinário Pacaembu –

Fonte: Mais Pet (Ana Maria Braga)


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