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Cuidado com carrapatos

Cuidado com carrapatos

Sua proliferação no calor é acelerada

Os carrapatos são indiscutivelmente um inimigo temido – nenhum de nós quer encontrar um carrapato em nossos animais de estimação ou em nós mesmos. Esses parasitas podem transmitir doenças e até mesmo causar anemia ou paralisia. Existem algumas noções básicas que todos devem saber sobre os riscos, prevenção e remoção de carrapatos.

Alguns dados técnicos sobre os carrapatos:

• As espécies mais comuns são: Rhipicephalus sanguineus, Ixodes ricinus, Ixodes hexagonus e Dermacentor reticulatus.
• Medem entre 0,35 e 1,5 centímetros
• Uma fêmea adulta coloca entre 2.000 e 4.000 ovos.
• Estes ovos podem sobreviver até três anos no meio ambiente.
• Quando jovens têm seis patas, mas na idade adulta crescem mais duas patas.
• Os carrapatos se escondem até em árvores à espera de um hospedeiro.

Quando um cão se aproxima de um carrapato, o danado saltará em cima dele, caminhando por sua pelagem até chegar a seu lugar favorito, que costuma ser:

• A região das orelhas;
• Entre os dedos do pé;
• Próximo aos olhos, nuca e pescoço.

São nesses lugares que a pele do cão é mais fina e com maior fluxo sangüíneo. Se o cão não for tratado com um produto antiparasitário é normal encontrarmos carrapatos. Não se preocupe, não tem nada a ver com a higiene do cão. Um simples passeio é suficiente para que seu cão tenha carrapatos. Não há cão no Brasil livre desses bichos.

De qualquer forma, é provável que não detecte o carrapato se não procurar. Seu sucesso evolutivo está justamente no fato de passarem despercebidos. Quando picam seu cão, ele não sente, pois, antes de introduzir sua boca, parecida com um estilete, o carrapato deposita uma pequena quantidade de saliva com propriedades anestésicas. Ao picar não causará nenhuma dor. Mas ainda assim, a picada causará danos.

Sobre Carrapatos

Carrapatos são artrópodes parasitas que se alimentam do sangue de seus hospedeiros. Eles são atraídos pelo calor e movimento, muitas vezes buscam mamíferos – incluindo cães. Carrapatos tendem a se esconder na grama alta ou planta em áreas arborizadas a espera dos anfitriões em potencial. Uma vez ele encontra uma vítima, o carrapato sobe no animal e começa a sugar seu sangue até que fique satisfeito. Pode continuar a alimentar durante várias horas ou dias, dependendo do tipo de carrapato. Em cães, os carrapatos, muitas vezes se unem em fendas e / ou áreas com pouco ou nenhum pêlo – normalmente em torno das orelhas, nos interiores das pernas, entre os dedos, e dentro de dobras cutâneas. A maioria das espécies de carrapatos passa por quatro fases da vida – ovos, larvas, ninfas e adultos.

Os tipos mais freqüentes no Brasil são:

• Carrapato-de-boi – que transmite ao gado a doença “Tristeza Bovina”.
• Carrapato-de-cavalo ou Carrapato Estrela – é o que mais comumente parasita o homem. Também infesta mamíferos domésticos e silvestres e aves.
• Carrapato-de-galinha – transmite aos galináceos uma doença infecciosa semelhante à sífilis.
• Carrapato-vermelho-do-cão – típico de cães e gatos.

Riscos

Embora sejam conhecidos como vetores da doença, nem todos os carrapatos a transmitem – na verdade, muitos nem sequer são portadores de doenças. No entanto, a ameaça está sempre presente onde os carrapatos estão. Por isso, os donos de animais devem ficar atentos a estes parasitas. Quanto mais cedo um carrapato é encontrado e removido, menor o risco da doença. Alguns sintomas de doença são: febre e letargia, fraqueza, inchaço das articulações e/ou anemia. Os sinais podem levar dias, semanas ou meses para aparecer. Alguns carrapatos podem causar uma condição temporária chamada “paralisia do carrapato”, que se manifesta por um início gradual de dificuldade para caminhar, que evolui para paralisia.

As doenças mais comuns transmitidas por carrapatos:

Babesiose canina – é uma grave doença causada por um protozoário capaz de causar infecção dos glóbulos vermelhos dos cachorros e anemia grave.

Erliquiose canina – é uma doença infecciosa severa que acomete os cães, causada por bactérias

Doença de Lyme – A infecção pode causar o acometimento de diversos órgãos, inclusive a pele, o sistema nervoso, o coração e as articulações.

Febre maculosa – é uma doença febril aguda, de gravidade variável.

Sintomas

Febre (39,5 – 41,5 oC), perda de apetite e de peso, fraqueza muscular. Menos freqüentemente observam-se secreção nasal, perda total do apetite, depressão, sangramentos pela pele, nariz e urina, vômitos, dificuldade respiratória ou ainda edema nos membros. Pode ser assintomática, podendo ocorrer algumas complicações tais como depressão, hemorragias, edema de membros, perda de apetite e palidez de mucosas. Em casos graves, há o comprometimento do sistema imunológico, apresentando sintomas secundários como: pneumonias, diarréias, problemas de pele dentre outras. O animal pode também apresentar sangramentos crônicos devido ao baixo número de plaquetas (células responsáveis pela coagulação do sangue), ou cansaço e apatia devidos à anemia.

Remoção dos carrapatos

Em primeiro lugar, arrancar o carrapato é contra indicado. O máximo que fazemos é eliminar parte do corpo, sendo que o resto fica ainda aderido ao cão, podendo provocar infecções. O ideal é aplicar umas gotas de vaselina ou parafina ao redor, esfregá-lo um momento até que amacie um pouco a pele e depois tentar retirá-lo suavemente. Depois podemos nos desfazer do carrapato colocando-o no álcool para que não escapem os ovos e morram. É importante lavar as mãos depois de manipulá-los.

Corra as mãos por todo o corpo de seu animal, dando atenção especial para o pescoço, orelhas, pregas cutâneas e outras fendas. Dependendo da espécie e fase da vida, uma marca pode ser tão pequena como uma ponta de lápis ou tão grande quanto um grão de feijão. Se você mora em uma área onde os carrapatos são prevalentes, ou o seu cão passa muito tempo na grama alta ou em áreas arborizadas, você deve verificar se há carrapatos uma vez ou duas vezes por dia. Se você encontrar um carrapato preso, remova-o imediatamente.

Use uma pinça ou uma ferramenta de remoção para agarrar o carrapato no ponto de fixação. Isto deve ser feito o mais próximo da pele possível. Após a remoção de carrapatos, limpe a pele do seu cão na área da picada com água e sabão neutro.

Prevenção

Uma das maneiras mais eficazes para manter os carrapatos fora de seu cão é para aplicar diretamente um produto de prevenção carrapato para seu animal de estimação. Como não existe uma vacina que previna qualquer uma das doenças causadas por carrapatos, a prevenção é realizada através do tratamento dos animais doentes e do controle do vetor da doença: carrapato. Existem hoje no mercado diversos tipos de produtos, estes devem ser aplicados 1x/mês ou a cada 15 dias, varia conforme o local onde o animal mora e a época do ano, pois o verão é a época de infestação desses parasitas externos.

Dra. Adriane Tomimassu

Fonte: Revista Conexão Pet


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